Esperança, a última que morre.
Me sinto a pessoa mais clichê do mundo.
E vai ter gente descendo a lenha no meu post, tenho certeza.
Mas como ganhei carta branca para escrever e publicar aqui o que bem entender, azar.

Todo ano a mesma merda.
Atores Globais e blablablablablabla.
Porque não chamam pessoas de outras emissoras? Qual o problema em tentar enganar o público trazendo atores e atrizes para mostrar que não apenas a Globo se preocupa com a fome e miséria das nossas crianças?
(Que de nossas não tem nada, não coloquei filho no mundo!)
Tá, mas abstraindo o completo egocentrismo da Rede Globo e caindo para outro lado, chego à conclusão que eles se contradizem do inicio ao fim!
(Oh! Grande conclusão Carolina!).
Como podem criar um projeto onde a base é educação e ao mesmo tempo colocarem no palco do show (que arrecada verba para o projeto de EDUCAÇÃO) Perlla, Kelly Key, Mc Sei Lá Qual…
Como querem gerar educação fazendo meninas de 12 anos rebolarem ao som de “se ela dança eu danço, se ela dança eu danço… “
(imagine isso mais umas 40 vezes, e pronto, acabou a música).
Ok, vem a parte que mais me irrita.
(acreditem! tem parte mais irritante que a musical)
O nome do projeto.
O NOME!
CRIANÇA ESPERANÇA.
Qualquer frase que tenha uso da palavra esperança me remete futuro.
Se existe esperança é sinal que o presente está uma m*.
Agora me expliquem ou apenas me ajudem entender.
Objetivo é arrecadar fundos para as crianças que ainda vão nascer, serão de uma famÃlia pobre principalmente em cultura (que a própria emissora introduz nas casas), ainda vão passar fome e aà sim, receberão ajuda do criança ESPERANÇA?
Ou o fato de já estarmos no presente fará com que a Globo continue com o projeto, com o mesmo nome e mais uma vez, como a maioria dos brasileiros deixe tudo para depois?
Por isso que gosto do Teleton.
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carol. em 3 de agosto de 2008 às 12:57
Está fazendo o “trabalho” pela metade.